Parabéns!
Por vezes penso o quão diferente teria sido se por cá tivesses ficado.
Será que teria sido uma coisa assim tão boa?
- Arranhado por Gato Gaspar @
2/12/2009 11:20:00 PM
Se um chefe se dirigir a um dos funcionários que trabalham sob a sua tutela e o agredir fisicamente, provocando-lhe pouco mais do que uma dor momentânea ou uma nódoa negra, é passível de processo disciplinar com as inerentes sanções, ou mesmo despedimento. Poderá ainda vir a ter problemas com a justiça, caso o funcionário pretenda apresentar queixa por agressão às autoridades. No meio disto tudo e se se tratar de um acto isolado, o funcionário sofrerá pouco mais do que um desconforto físico e algum stress associado a toda a situação.
Então por que é que uma chefia, que persegue constantemente um funcionário por razões alheias à sua qualidade profissional, que o desmotiva ao ponto deste se angustiar a cada manhã antes de sair de casa para o trabalho, que lhe cria uma apatia que leva a uma improdutividade crónica, que lhe causa ansiedade ao ponto da tensão atingir valores perigosamente elevados e de forma contínua, pode prosseguir impunemente com esse comportamento?
As situações de violência emocional, por serem pouco palpáveis, são sempre difíceis de provar e são, sobretudo altamente desvalorizadas na nossa sociedade.
A solução geralmente apontada é: quem está mal, muda-se. Mas infelizmente as pessoas dependem do seu trabalho para sobreviver e para manterem os compromissos já assumidos. Pelo que, na maior parte das vezes, a fuga não constitui alternativa.
- Arranhado por Gato Gaspar @
2/07/2009 04:09:00 PM
À luz da arte de interpretação de comportamentos o que revelará, no que respeita ao nosso estado de espírito e motivação, o sentirmos conforto em olhar para um temporizador em contagem decrescente para a hora de saída, colocado junto ao monitor do nosso computador do local de trabalho, ainda que saibamos que ainda faltam mais de seis horas para esse aguardado momento?
- Arranhado por Gato Gaspar @
2/06/2009 10:07:00 PM